Telefonica melhora a isca...

Como o Novo Speedy, com seu limite de download, desagradou a maioria dos usuários, que não quiseram aderir ao novo contrato, e suas limitações ( vide Novo Speedy - Tiro no Pé ) , a Telefonica não conseguiu cumprir suas metas ambiciosas.

A telefonia fixa está em queda, os celulares já são em maior número que os telefones, fixos.

Assim, a Telefonica quer ganhar em cima da banda larga, que é um mercado em ascensão.

Só que ela quer ganhar tudo o que não ganhou, nos seus 112.221 mil telefones fixos, dos 606 mil usuários de Banda Larga, que hoje representam menos de 5% de seu total de clientes de linha fixa.

Telefônica registra maior lucro do setor

A Telefônica superou em 47,6% os lucros de 2002 e encerrou o ano de 2003 com um resultado positivo no valor de R$ 1,5 bilhão. É a operadora com maior lucro do país neste período.

 

Um dos fatores para o bom desempenho é o crescimento de 45% no número de clientes residenciais de banda larga. Em 31 de dezembro de 2003, o serviço somou 484,4 mil clientes , o que representa a metade do total de usuários de banda larga no Brasil.

 

As linhas fixas, entretanto, sofreram queda em 2003, saindo de uma planta de 12,5 milhões de clientes para 12,3 milhões.

 

Agora como o Virtua está oferecendo  velocidades e preços melhores, a Telelonica resolveu melhorar sua isca, oferecendo maior velocidade, mas mantendo o limite de tráfego.

As velocidades de 128 kilobits por segundo, 300 Kbps e 450 Kbps passarão automaticamente para 150, 350 e 600 Kbps, respectivamente. O assinante de pacote de 600 Kbps terá 1 Megabit por segundo e criou-se também a opção de 2 Mbps.

Com maior velocidade de acesso, fica mais rápida também a ultrapassagem do limite, e a multa é BEM alta...

Vejamos, um usuário Speedy antigo, de 256 Kbps ou 32KBps em 1 hora (3600 segundos) teoricamente poderia baixar por hora 115 Megabytes. Num dia, baixaria 2.7 Gigabytes.

O custo mensal do Speedy 256K , descontado o aluguel do modem é de aproximadamente R$ 50,00 , o quesignifica menos de R$ 1,70 por dia, ou R$ 0,63 por GigaByte.

O GigaByte normal, no Novo Speedy 300 custa R$79,90 , e o limite de transferência é de 3 Giga, o que, na velocidade nominal, corresponde a pouco menos de um dia ! (24 horas).

O custo do GigaByte normal, para o Novo Speedy 300, é de R$ 2,33 por dia, ou R$ 26,63 por GigaByte.

Se a velocidade aumentar, e o preço e o limite se mantiverem, o custo do Giga fica o mesmo, só que é atingido mais rapidamente...

E qual a vantagem de ter maior velocidade, se você não pode utilizá-la ?

Como O Speedy inclui plano mensal de consumo de megabytes. Caso o cliente exceda o consumo incluso no seu plano, será cobrado R$ 0,10 por megabyte adicional.

O preço do GigaByte acima do limite custa R$ 100,00 ! Mais que um mês de Speedy !

Estranho é que ela disponibiliza o "Acelerador Speedy" que significa uma coneção de 1Mb com o taxímetro desligado por R$ 1,90 a hora.

Fazendo-se as contas, dá para baixar uns 360Mb por hora o que significaria R$ 36,00 se cobrado como adicional. Como ela cobra R$ 1,90 significa que o preço do Mb adicional usando o acelerador é de R$ 0,0053 contra R$ 0,10 da tarifa normal, ou 18 vezes mais barato.

O preço por gigabyte de download subiu de R$ 0,63 para R$ 26,63 , e pode chegar até R$ 100,00  se o limite for ultrapassado.

Você conhece alguma coisa que tenha seu preço aumentado nessa proporção, nesse período de tempo ?

Repetindo:

Com maior velocidade de acesso, fica mais rápida também a ultrapassagem do limite, e a multa é BEM alta, R$ 100,00 por Gigabyte !


http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200410282122_RTI_1098998533nB179805&idtel=

Empresas
Telefônica investe na banda larga para "futuro saudável"
Quinta, 28 de Outubro de 2004, 18h22 
Fonte: Reuters Investor

A Telefônica, operadora de telefonia fixa de São Paulo, vai manter em 2005 o atual nível de investimento na expansão do acesso à Internet em banda larga com a meta de aumentar a participação desse serviço na receita total da empresa.

Nos últimos 12 meses, a banda larga gerou à Telefônica R$ 400 milhões, descontados impostos.

Na Espanha, os serviços de valor adicionado, em que se incluem as linhas digitais de acesso rápido (ADSL), respondem por 30% da receita da Telefónica, sendo 2 milhões de usuários.

No Brasil, o faturamento da Telefônica com banda larga está ainda muito abaixo de 20% da receita total, com 720 mil clientes. Mas enquanto a receita de banda larga cresce 50% ao ano, a de todos os serviços aumenta 16%.

"O futuro saudável das empresas de telefonia fixa depende de quão bem vamos nos colocar no mercado de banda larga", afirmou o diretor-geral da Telefônica, Manoel Amorim, em teleconferência nesta quinta-feira com jornalistas que acompanham o evento de telecomunicações Futurecom.

"O foco da competição está nos clientes mais rentáveis. De 60 a 65% dos nossos clientes são subsidiados. O desafio das `incumbents´ é continuar sendo o provedor de preferência dos clientes rentáveis", comentou.

Como a Telefônica tem 12,5 milhões de usuários, o potencial de consumidores de banda larga estaria ao redor de 4 milhões neste momento.

A Telefônica paulista trabalha com duas metas de base de clientes de banda larga para este ano: a conservadora é de 825 mil clientes e a mais otimista é de 1 milhão de usuários. Em 2005, a previsão inicial da Telefônica ainda está em 1,5 milhão de clientes.

Para atrair novos usuários e manter os atuais em um mercado disputado, a empresa vai incrementar a velocidade dos pacotes de acesso - sem ônus adicional para quem já os utiliza.

As velocidades de 128 kilobits por segundo, 300 Kbps e 450 Kbps passarão automaticamente para 150, 350 e 600 Kbps, respectivamente. O assinante de pacote de 600 Kbps terá 1 Megabit por segundo e criou-se também a opção de 2 Mbps.

"Estamos quase antecipando uma passagem de benefício para nosso clientes porque o custo de banda e de equipamento tem baixado", comentou Amorim. "Para que a banda larga se torne um mercado relevante, temos que adaptar e atualizar o portfólio de produtos para atender às necessidades dos clientes", disse.

A empresa vai investir R$ 7 milhões na campanha de divulgação dessas novas velocidades. No ano, os investimentos em banda larga devem somar R$ 300 milhões, ou pouco mais de 20% do total de R$ 1,4 bilhão para o período. Em 2005, deve ser mantido esse nível sobre investimento total previsto de R$ 1,5 bilhão.

"Pretendemos em 2005 aumentar o ritmo de inovação", disse Amorim, sinalizando também que pode extrapolar as fronteiras paulistas.

Sobre convergência de tecnologias, ele reafirmou declarações do presidente do grupo Telefônica no Brasil, Fernando Xavier Ferreira, no Futurecom de que é preciso aguardar novas regras.

"Nossa habilidade de tornarmos a empresa convergente não passa só por avanço da tecnologia, mas pela atualização regulatória do país", declarou.


http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2004/10/28/ult1913u18178.jhtm 

Últimas Notícias


28/10/2004 - 19h00
Telefônica eleva largura de banda de seus clientes sem custo

FLORIANÓPOLIS - A Telefônica vai promover uma atualização nas velocidades de conexão de seus pacotes de banda larga a partir do próximo dia 3 de novembro, sem cobrança adicional dos clientes. A medida é mais uma das iniciativas tomadas pela operadora para sedimentar sua liderança no segmento e ampliar a base de assinantes, que hoje representa menos de 5% de seu total de clientes de linha fixa.

Segundo Manoel Amorim, diretor geral da Telefônica, ' o futuro saudável de operadoras de telefonia fixa depende de quão bem ela se coloca na banda larga ' , já que o serviço envolve clientes mais rentáveis e de maior poder aquisitivo. Por isso, disse ele, apesar do número de clientes da banda larga ainda ser menos de 5% do total, ele recebe ' 20% a 25% do total de investimentos da companhia ' , que em 2004 será de R$ 1,4 bilhão.

Em receita, a representatividade da banda larga também é pequena. Nos últimos 12 meses completados em setembro, a banda larga gerou à operadora R$ 400 milhões livre de impostos, menos de 10% do total. O faturamento, no entanto, cresce 50% ao ano, diz ele, enquanto a receita total da companhia cresce 16%.

A Telefônica vai descontinuar as vendas dos pacotes de 128, 300, 450 e 600 Kbps. Os atuais clientes desses pacotes terão suas velocidades de conexão atualizados a partir da próxima semana para 150, 350, 600 Kbps e 1 Mbps, respectivamente. Os novos usuários residenciais do serviço ainda contarão com uma nova opção de velocidade, de 2 Mbps.

A empresa espera agregar 100 mil novos usuários com as mudanças, elevando para mais de 820 mil até o final do ano o número que hoje é de 720 mil clientes.

Os novos pacotes serão oferecidos ainda na Argentina, Chile e Peru, onde a Telefônica também oferece a banda larga com a mesma marca comercial do Brasil (Speedy).

Segundo Amorim, no curto prazo a elevação da capacidade de banda dos pacotes reduz a rentabilidade da companhia, mas, em função do aumento no volume e da queda nos preços dos equipamentos no mercado, a rentabilidade tende a voltar aos mesmos patamares.

De acordo com o executivo, a empresa tem planos para oferecer banda larga fora do estado de São Paulo e está trabalhando ' para que isso aconteça logo ' . Mas não será neste ano, segundo ele. 

Últimas Notícias

http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2004/10/28/ult29u36949.jhtm 

28/10/2004 - 18h23
Telefônica investe na banda larga para "futuro saudável"

FLORIANÓPOLIS (Reuters) - A Telefônica, operadora de telefonia fixa de São Paulo, vai manter em 2005 o atual nível de investimento na expansão do acesso à Internet em banda larga com a meta de aumentar a participação desse serviço na receita total da empresa.

Nos últimos 12 meses, a banda larga gerou à Telefônica 400 milhões de reais, descontados impostos.

Na Espanha, os serviços de valor adicionado, em que se incluem as linhas digitais de acesso rápido (ADSL), respondem por 30 por cento da receita da Telefónica, sendo 2 milhões de usuários.

No Brasil, o faturamento da Telefônica com banda larga está ainda muito abaixo de 20 por cento da receita total, com 720 mil clientes. Mas enquanto a receita de banda larga cresce 50 por cento ao ano, a de todos os serviços aumenta 16 por cento.

"O futuro saudável das empresas de telefonia fixa depende de quão bem vamos nos colocar no mercado de banda larga", afirmou o diretor-geral da Telefônica, Manoel Amorim, em teleconferência nesta quinta-feira com jornalistas que acompanham o evento de telecomunicações Futurecom.

"O foco da competição está nos clientes mais rentáveis. De 60 a 65 por cento dos nossos clientes são subsidiados. O desafio das 'incumbents' é continuar sendo o provedor de preferência dos clientes rentáveis", comentou.

Como a Telefônica tem 12,5 milhões de usuários, o potencial de consumidores de banda larga estaria ao redor de 4 milhões neste momento.

A Telefônica paulista trabalha com duas metas de base de clientes de banda larga para este ano: a conservadora é de 825 mil clientes e a mais otimista é de 1 milhão de usuários. Em 2005, a previsão inicial da Telefônica ainda está em 1,5 milhão de clientes.

Para atrair novos usuários e manter os atuais em um mercado disputado, a empresa vai incrementar a velocidade dos pacotes de acesso --sem ônus adicional para quem já os utiliza.

As velocidades de 128 kilobits por segundo, 300 Kbps e 450 Kbps passarão automaticamente para 150, 350 e 600 Kbps, respectivamente. O assinante de pacote de 600 Kbps terá 1 Megabit por segundo e criou-se também a opção de 2 Mbps.

"Estamos quase antecipando uma passagem de benefício para nosso clientes porque o custo de banda e de equipamento tem baixado", comentou Amorim. "Para que a banda larga se torne um mercado relevante, temos que adaptar e atualizar o portfólio de produtos para atender às necessidades dos clientes", disse.

A empresa vai investir 7 milhões de reais na campanha de divulgação dessas novas velocidades. No ano, os investimentos em banda larga devem somar 300 milhões de reais, ou pouco mais de 20 por cento do total de 1,4 bilhão de reais para o período. Em 2005, deve ser mantido esse nível sobre investimento total previsto de 1,5 bilhão de reais.

"Pretendemos em 2005 aumentar o ritmo de inovação", disse Amorim, sinalizando também que pode extrapolar as fronteiras paulistas.

Sobre convergência de tecnologias, ele reafirmou declarações do presidente do grupo Telefônica no Brasil, Fernando Xavier Ferreira, no Futurecom de que é preciso aguardar novas regras.

"Nossa habilidade de tornarmos a empresa convergente não passa só por avanço da tecnologia, mas pela atualização regulatória do país", declarou.