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Internet na rede elétrica 
28/09/00 16:43:00
worldtelecomidg.com.br Marcelo Danil

Companhias de eletricidade iniciam testes com a tecnologia Power Line Communications para oferecer serviços de acesso à rede mundial por meio das linhas de energia

Opções para conexão à Internet existem várias, mas nenhuma se mostra tão promissora quanto a Power Line Communications (PLC), uma novidade que está prestes a ser lançada no mundo todo. No máximo até 2001, fabricantes apresentarão uma quinta alternativa de acesso, contemporânea dos pares de cobre, satélites, cabos coaxiais e sistemas wireless. Ainda em fase de padronização, a PLC transformará os cabos de cobre das redes de energia elétrica em potentes meios para a transmissão de voz, dados e imagens, que poderão ser enviados de qualquer lugar onde houver uma tomada elétrica.

Para o acesso chegar ao usuário, a topologia da rede será a mesma da usada para distribuição de energia elétrica, na qual cada transformador instalado nos postes de rua ou subterrâneos distribui energia para 50 pontos. Na entrada do prédio, por exemplo, um aparelho decodificador, semelhante a um modem, vai separar a corrente elétrica dos sinais de dados e distribuí-los aos destinatários. A tendência é que determinados eletrodomésticos já saíam de fábrica com esse decodificador instalado.

Além da transmissão pela rede elétrica, os pacotes de dados, voz e imagem podem trafegar externamente por meios como fibras ópticas, cabos coaxiais ou telefônicos, ou por meio de sistemas wireless. Uma das vantagens da tecnologia PLC é tornar possível a captação dos dados por qualquer desses meios e distribuição pelas instalações elétricas prediais já existentes. O maior benefício, porém – o que motivou os desenvolvedores – é fazer chegar a comunicação em pontos nos quais só há o cabeamento de eletricidade, com velocidade variável entre 1 Mbps e 10 Mbps. É claro que isso, dependerá da qualidade da distribuição da energia elétrica e do nível de interferência.

Apesar de a tecnologia PCL ainda estar engatinhando em todo o mundo, algumas concessionárias de energia já realizam alguns testes para oferecer serviços de acesso à Internet via rede elétrica. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) deve colocar em operação, até o final do ano, um projeto piloto para levar e-mail via rede elétrica a 100 residências mineiras que não têm acesso à Internet. De acordo com o superintendente da coordenadoria de comercialização da concessionária, Marcos Aurélio Madureira, o projeto ainda não prevê investimentos na rede para aumentar a velocidade de transmissão, que começará a trabalhar com apenas 120 bps. Por isso, o usuário terá somente serviço de e-mail por intermédio de um módulo de comunicação de dados e um teclado acoplados ao televisor. Segundo ele, a Cemig, no entanto, já vem realizando testes para comunicação em velocidades mais altas. “A expectativa é que até o ano que vem isso se torne possível, mas tudo vai depender de ajustes nos custos, tanto na adaptação na ponta da linha do consumidor quanto em equipamentos da rede”, pondera.

Quando disponível comercialmente, a Cemig pretende também utilizar a tecnologia para gerenciar o consumo a distância e também oferecer serviço de e-mail em aparelhos de TV para usuários de baixa renda, na sua rede de baixa tensão (127 volts). “Agregamos serviços ao sistema instalado. A rede elétrica já está pronta, a maior parte dos consumidores possui um televisor e o acesso pela rede elétrica é mais barato do que pela rede de telefonia”, observa Madureira.

A necessidade de gerenciar a carga elétrica a distância em todo o Estado de Minas Gerais foi o que fez a Cemig buscar os recursos de Power Line Communications. O projeto vem sendo desenvolvido desde 1992 e hoje já existem 30 mil instalações de comunicação de dados entre a rede da concessionária e cada ponto consumidor para medição de gasto e corte de energia a distância e controle de carga em horários de pico. “Até 2001 serão 50 mil instalações”, afirma Madureira.

A Copel Telecomunicações também acompanha de perto o desenvolvimento da tecnologia PLC. Conforme o superintendente de tecnologia, Orlando César de Oliveira, a concessionária fechou parcerias com vários fornecedores para testar equipamentos de transmissão e codificação de dados, sem revelar nomes.

A Copel vai testar a tecnologia para a última milha em rede subterrânea e também em rede aérea, em Curitiba (PR), para definir a freqüência e o hardware adequados para implantação do sistema. “Vamos oferecer o tráfego assim que a tecnologia for padronizada”, garante Oliveira. A concessionária já tem licença da Anatel para prover serviços especializados e vai fornecer acesso ao público residencial e também a outras empresas como operadoras de telefonia fixa e provedores de acesso, conteúdo e serviços de Internet.

A fabricante suíça Ascom, que há um ano abriu um escritório no Brasil, está testando um sistema de acesso da rede elétrica externa até a casa do usuário na velocidade de 1 Mbps a 3 Mbps para fornecer a operadoras de telecomunicações e concessionárias de energia elétrica. O diretor da Ascom no Brasil, Jean-Lucc Treff, explica que até março de 2001 a empresa colocará no mercado um módulo de transmissão de alta freqüência para ser instalado em cada transformador da distribuidora de energia e um decodificador de sinais para residências. O mercado corporativo, segundo o executivo, está concentrado em regiões bem amparadas por anéis ópticos, linhas privativas e outros recursos. Mas não descarta a possibilidade de facilitar transmissão de pacotes de dados entre vários pontos de presença de empresas. “Concessionárias de energia e operadoras podem fazer acordos para levar fibras ópticas pelas redes elétricas até certo ponto e, daí em diante, instalar a solução PLC Ascom”, exemplifica Treff.

Em breve, deve chegar também ao Brasil, por intermédio da distribuidora PI Componentes – novo nome da União Digital –, o Power Packet, circuito integrado dotado de um chip para ser integrado a aparelhos como telefones, decodificadores de TV a cabo, televisores, câmeras de vídeo e outros eletrodomésticos. Funciona como um modem e sua função é captar sinais de dados, voz e imagem recebidos por qualquer meio como cabos de cobre elétricos ou de telefonia, fibras ópticas ou cabos coaxiais de TV.

Produzido pela norte-americana Intellon Corp., o Power Packet tem como público-alvo os fabricantes de modems, de sistemas de automação residencial e comercial e as distribuidoras de energia elétrica, segundo Ana Cristina Avoletta, gerente de produto da PI Componentes.

O primeiro alvo dos desenvolvedores de PLC, na verdade, será o público residencial. Mas o mercado corporativo, representado pelos provedores de acesso, de data centers, Web sites, é o que apresenta o maior potencial de rentabilidade. “Com a limitação de conectividade oferecida pelas operadoras de telecomunicações e o alto tráfego de conteúdo multimídia demandado por nossos clientes, seria um ótimo negócio se eu tivesse uma banda de 3 Mbps pela rede elétrica”, afirma José Carlos Oliveira dos Santos, diretor de operações da Zip.net, provedora de acesso e conteúdo de Internet.

A empresa, segundo ele, mantém dois data centers na capital paulista, sendo que um deles está instalado na rodovia Raposo Tavares, onde não há malha de fibra óptica. “Com isso, ficamos limitados à comunicação wireless com redundância via Embratel”, diz Santos, acrescentando que a alternativa PLC seria muito útil para transmissões de stream de vídeo do site.

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