Artigo nº 67 - Central de Notícias

Consumidores podem escolher provedor de internet independente da empresa de acesso

Consumidor
12/04/2005 · 07:39:45

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Rapidez no acesso, linha telefônica desocupada e mais agilidade na navegação. Isso é o que as pessoas procuram ao trocar o acesso discado pela banda larga. 

Até o final de 2004, 5 milhões e 300 mil brasileiros utilizavam este tipo de acesso à internet em suas residências. As pessoas, que pretendem contratar uma empresa de acesso rápido, precisam pesquisar entre os diversos serviços oferecidos e avaliar qual é o melhor para o seu perfil. 

O consumidor que vai utilizar pouco tempo de internet, por exemplo, não precisa pagar por um acesso ilimitado. O contrato deve especificar as velocidades máximas e mínimas de conexão, quais as garantias e se há remuneração nos casos de falta de sinal. 

O presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido, Horacio Belfort, lembra que a escolha do provedor, que é obrigatório para a navegação na internet, fica a cargo do consumidor. 

Ele explica que algumas empresas que oferecem o acesso exigem a assinatura de seus próprios provedores. 

Essa prática pode ser considerada venda casada e é ilegal de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. 

Segundo Horacio, os provedores são dispensáveis e não deveria haver a obrigatoriedade de contratá-los.

Cada um quer que você contrate um determinado provedor. 

E esses provedores, na verdade, nem sempre são importantes para o acesso propriamente dito. 

Na verdade, eles deveriam ser opcionais e não obrigatórios.

Os consumidores também precisam prestar atenção na hora de comprar um modem, o equipamento que permite o acesso do computador à internet. 

As pessoas devem exigir o manual de instruções e a garantia de assistência técnica.

Reportagem, Ana Guerreiro.